Dica de fotos para imoveis para sites de imobiliarias

Quando tratamos de venda de imóveis pela internet estamos falando em gerar interesse dos usuários para que queiram visitar os imóveis. E nada mais importante do que encantarmos o cliente com boas fotos. Imagens geram confiança e deixam o imóvel atraente para o cliente. Por isso precisamos também pensar em estratégias para publicarmos boas fotos na internet.

Saber fazer boas fotos não é apenas clicar no botão da câmera, é preciso conhecer os diversos itens que compõem o trabalho que envolve uma simples foto. Se você tiver condições, nada melhor que contratar um fotógrafo de arquitetura para fazer as fotos dos imóveis para sua empresa, pois além de já ter conhecimento um fotógrafo possui equipamentos necessários para fotos profissionais.

Mas nosso objetivo aqui é ensinar para um corretor de imóveis que tem interesse de apresentar melhores fotos aos seus clientes alguns conceitos e técnicas básicas que lhe possibilitem a mostrar um serviço de qualidade e mais profissionalismo.

Tirar boas fotos exige doses de dedicação para se ter uma nova visão de fotografia e quanto mais tempo se dedicando para conhecer os elementos que compõem uma foto e também quanto mais tempo você ficar no imóvel tirando fotos, com certeza melhor será seu investimento.

Preparação do ambiente

Mais importante que ter um bom equipamento é saber preparar o ambiente.

É comum ver fotógrafos profissionais levarem algum tempo para bater uma única foto, isso porque qualquer foto exige um mínimo de preparação. Antes de uma linda foto de estúdio ser tirada, é gasto um tempo enorme com iluminação, figurino, ajustes na câmera, etc. Por isso, não queira ser rápido, pois esse tempo utilizado para fazer as fotos de um imóvel será compensado no final quando você conseguir encantar os compradores sem dizer uma única palavra, portanto tempo de preparação das fotos pode ser considerado investimento.

Quando for agendar com o proprietário do imóvel, informe a ele o objetivo dessas fotos e peça gentilmente a ele para que deixe os ambientes mais preparados pra você. Chegando no imóvel, faça você também a preparação dos ambientes tirando objetos pessoais que caracterizam os proprietários e que atrapalham na venda, como por exemplo, retratos, roupas, alimentos. Essa preparação dos ambientes exige muita cautela e bom senso do corretor para poder conversar com o cliente vendedor e também para retirar aquilo que possa tirar desvalorizar o ambiente ou deixar o que possa valorizar.

Já conheci clientes vendedores (proprietários) que deram preferência por eles mesmos tirarem as fotos do seu imóvel por saber que é difícil encontrar corretores que saibam tirar boas fotos. Nesse caso acredito que será mais simples conversar com o proprietário para a produção e seleção das melhores fotos, porém existem aqueles proprietários que mesmo pedindo para preparar o imóvel para fazer fotos parecem que ouviram ao contrário. Nesse caso, você mesmo vai precisar fazer o serviço. Analise também se é interessante ter esse imóvel no seu portfólio, porque pensando no custo-benefício às vezes não vale a pena.

Cores: tente preparar o ambiente para apresentar um pouco de cores quentes para compor a foto como vermelho, amarelo e alaranjado. Isso ajuda a embelezar sua foto.

Iluminação – Foto é luz

É essencial que você conheça e domine a iluminação do ambiente, pois a luz é a alma da foto. Ao entender a iluminação poderá destacar a beleza da sua foto e diminuir as fotos perdidas. Uma simples direção ou tipo de luz pode mudar o sentido da foto, por isso é preciso saber aproveitar ao máximo as fontes de luz naturais e artificiais.

O sol é nossa luz natural e ele nos apresenta tons diferentes de luzes dependendo do horário e as condições do clima. No amanhecer ele mostra tons quentes, alaranjadas e avermelhadas. Já ao meio-dia a é luz forte e homogênea e sem sombras. Ao entardecer temos tons dourados. Quando o dia está nublado a luz é bem mais suave por conta das nuvens, e isso gera uma atenuação das cores e mais detalhes.

Sombras: As sombras podem ser duras e bem definidas que mostram o contorno dos objetos ou suaves e mal definidas. Isso depende do tamanho da fonte da luz e a distancia da luz. O sol é uma luz muito forte e distante e as sombras ficam duras. Se a fonte de luz for grande e perto dos objetos, as sombras ficarão suaves e as fotos sairão bem mais bonitas. Por exemplo, em um dia nublado a luz do sol é projetado nas nuvens que estão mais próximas dos objetos, provocando sombras mais suaves.

Flash das câmeras: o flash embutido das câmeras tem limitações que causam alguns inconvenientes como apresentar o objeto principal superexposto e falta de profundidade no ambiente. Isso acontece porque a fonte de luz que ele fornece é pequena e forte demais, provocando provavelmente sombras duras e feias. Isso é muito comum em ambientes pequenos. Então, para diminuir esses efeitos e usar a luz do flash ao seu favor, tenha sempre em mãos uma folha de papel branco e coloque ele na frente do flash para rebater a luz para uma superfície maior e assim aumentar o campo de iluminação.

Outra dica sobre o flash é se por exemplo a câmera estiver contra a luz ela irá entender que tem muita luz no ambiente e irá fechar o diafragma, por isso nesse momento ative o flash manual.

Ligue todas as luzes do ambiente: mesmo que esteja entrando luz natural no ambiente, ligue todas as luzes para poder equilibrar a iluminação e evitar as sombras e locais escuros no ambiente.

Reflexo do fotógrafo: em muitas fotos vemos o reflexo do fotógrafo apresentado em espelhos, sombras, etc, e isso deve ser evitado. Então procure ajustar o ângulo da câmera para que você não apareça no reflexo ou então coloque objetos na frente.

Recursos da Câmera

Depois de preparado o ambiente, agora vamos tratar das configurações do equipamento. Obviamente para que não está acostumado a mexer nesses detalhes pode se apertar um pouco, mas é questão de prática.

Dependendo da sua câmera você terá alguns padrões já configurados e talvez não seja necessário mexer nestes detalhes, mas é bom conhecer os conceitos para ir se acostumando para trabalhar com máquinas profissionais.

Medição de luz

Para se obter boas imagens é preciso medir a luz que entrará na câmera, por isso temos 3 dispositivos que ajudam a medir a luz corretamente. A luz entra pela lente, passa pelo diafragma, depois pelo obturador até chegar no sensor.

Diafragma: É o dispositivo que regula a quantidade de luz que atingirá o sensor e também define a profundidade de campo, ou seja o foco. O diafragma é como a pupila do olho humano, se estiver escuro a pupila do olho abre. Com a câmera fazemos o mesmo, abrimos o diafragma; se estiver em um ambiente com bastante luminosidade como ao ar livre em um dia ensolarado a pupila se fecha. E na câmera também fechamos o diafragma. Na câmera para ajustar o foco manualmente utilizamos a letra F. Nas câmeras compactas regula-se o diafragma através de funções pré-definidas como paisagem, retrato, esportes, etc.

Como se pode ver na figura as aberturas menores são as que apresentam os números maiores (f/11, f/16, f22) e as grandes aberturas são definidas pelos números menores (f/2, f/2.8, f/4)

Como a abertura influencia a profundidade de campo?

A profundidade de campo é a zona de nitidez aparente na frente a atrás do assunto da foto. Para ter uma profundidade maior regule o diafragma para aberturas menores (f/11, f/16, f/22)

Obturador: O obturador é o dispositivo que define o tempo que o sensor ficará exposto a luz. Para capturar algo em movimento é preciso que o obturador capte a luz rapidamente. No caso de fotos com pouca luz ou noturna é preciso aumentar o tempo de exposição à luz. Para isso é preciso deixar a câmera em um tripé ou fixa em algum lugar para evitar as fotos tremidas.

A abertura do diafragma controla a quantidade de luz que entra na máquina, enquanto o obturador controla o tempo em que essa luz entrará.

Sensor: O sensor é uma das peças mais importantes em uma câmera digital. É ele quem converte a luz em sinal digital. Ele tem uma escala de sensibilidade a luz que é chamada de ISO, quanto maior o número mais luz é captada. Por isso nas máquinas antigas, quando íamos comprar filme, precisávamos escolher entre 100 e 400, mas agora é o sensor que faz esse papel. Aumentamos o ISO em ambientes de pouca luz, porém é preciso tomar cuidado nas câmeras compactas seus sensores são menores e por isso geram mais ruido nas fotos.

Valor de Exposição: as máquinas são reguladas para apresentar um padrão de cinza para todos os momentos, por isso precisamos regular o valor de exposição que pode apresentar-se como EV, para regular a iluminação com tons de cinza.

<= para noite -2…-1…0 +1…+2 para dia =>

Repare que na primeira foto a camisa perdeu um pouco a cor, está opaca e o cartão cinza que a pessoa está segurando está um cinza azulado. Compare com a foto ao lado, o vermelho da camisa está mais vivo e o cinza do cartão está mais cinza. Outro detalhe é que o fundo ficou muito mais claro.

Agora dá uma olhada nesta outra imagem, o céu está azul mais puxado para o verde e a torre está quase apagada na foto porque tem também está puxado para o azul com verde. Agora veja o correto ao lado, repare que o céu continua azul mas com muito mais destaque, assim como o verde das árvores. E a torre já está bem mais nítida.

Essas correções de cores é possível de serem feitas no computador, porém se você dominar um pouco esse recurso da sua máquina, poderá até eliminar esse trabalho posterior.

Tamanho do arquivo

Resolução: A resolução define a qualidade da imagem e hoje encontramos facilmente câmeras de 20 megapixels. Porém como estamos tratando de fotos para internet, não utilizaremos todo esse recurso já que fotos de alta qualidade são para trabalhos de impressão e tirar fotos acima de 2 megapixels é desnecessário e também ocupa muito espaço na memória.

Veja na tabela que para computador 500 pixels já é suficiente para se ter uma foto de excelente qualidade.

Além disso, imagens com resolução muito alta atrapalham na navegação do seu site. Isso porque exige que todos os visitantes do seu site tenham uma boa conexão de internet e mesmo assim elas podem demorar muito a carregar e isso faz com ele perca a paciência e saia do seu site, como também perder pontos para o motor do Google como vemos na aula de SEO.

Por outro lado é comum ver fotos de imóveis de baixa resolução, o que impossibilita a visualização da imagem em tamanho maior. Esta imagem mostra como uma mesma imagem pode aparecer em diferentes resoluções de pixels começando com 1 pixel. Agora veja, se eu tiver uma imagem de 50 pixels, (que diga-se de passagem já está um pouco borrada nesse tamanho) e quiser aumentar para ver melhor, dando um zoom de 5x, eu verei a imagem de 10×10; ou seja, uma imagem completamente distorcida e borrada.

Portanto, procure regular a resolução com um valor de ISO menor, pois quanto menor o ISO, melhor a resolução da foto e melhor qualidade na ampliação.

Enquadramento

Aprenda a selecionar melhor uma cena, um ambiente.

Profundidade: um item básico para uma foto de ambiente é a profundidade de campo. Trabalhando a profundidade é possível apresentar através de uma única foto um ambiente pequeno em um tamanho agradável como esta cozinha pequena.

Porém é muito comum encontrar fotos em que o ambiente pequeno fica menor ainda.

Nessa foto fica difícil ter uma ideia do tamanho do banheiro porque não apresenta profundidade nem enquadramento correto.

São 3 coisas que definem a profundidade de campo: iluminação, foco e abertura. Um recurso muito simples é habilitar a função paisagem ou landscape na câmera, apresentado com um ícone de 2 montanhas. Essa função é encontrada em qualquer câmera digital. Procure também posicionar a câmera distante do assunto da foto para encontrar uma melhor profundidade.

Posicionamento de câmera: procure o melhor ângulo. A primeira coisa que precisamos ter em mente para posicionar a câmera é qual o assunto principal da foto. Se por exemplo o assunto principal do ambiente for a churrasqueira, procure encontrar o melhor ângulo para não só mostrar a churrasqueira, mas também para enquadrar o restante dos elementos do ambiente. Com isso, apresentar apenas uma foto para o ambiente será o suficiente. Porém se for o caso, escolha um detalhe de cada vez e não tenha medo de fazer mais de uma foto por ambiente.

Altura do pé-direito: identifique as linhas verticais para poder alinhá-las na foto, para isso verifique a altura do pé-direito do ambiente e posicione a câmera para o meio. Para um pé-direito de 3 metros, posicione a câmera para 1,5 metro. Geralmente a câmera fica entre o peito e o umbigo do fotógrafo. Isso evita aquelas fotos que mostram demais o teto ou o chão. Então procure sempre a melhor altura da câmera de acordo com o ambiente e os assuntos da foto

Tripé: usando um tripé você tem um ganho de espaço.

Foto horizontal: dê preferência para fotos horizontais para evitar o trabalho de cortar a foto para publicar no site. Isso porque na internet usamos sempre o modo horizontal.

Equipamentos

O objetivo desse módulo não é conhecer a fundo as câmeras digitais porque as câmeras mais comuns estão com cada vez mais recursos assim como as profissionais, ficando difícil até de de classificá-las. Por isso vamos conhecer 3 características que podem diferenciar as câmeras vendidas no mercado.

As câmeras digitais podem se dividem basicamente em compactas, câmeras médias e câmeras DSLR ou profissionais. A diferença entre elas está na capacidade de manuseio dos recursos.

Compactas: são as mais comuns do mercado que também são chamadas de domésticas porque tudo mundo compra.

Vantagens

– preço

– leve

– fácil de operar.

Desvantagens

– poucos recursos de ajustes, com opções pré-definidas e sem ajustes de diafragma e obturador.

– não permite escolher o formato de gravação de imagem.

– não permite trocar a lente

Câmeras médias: existem no mercado algumas câmeras com um pouco mais de recursos que as câmeras compactas que se resumem em regulagem do diafragma e obturador e não permitem troca de lente.

Câmeras DSLR ou profissionais: as câmeras mais profissionais possuem uma gama maior de ajustes e configurações, mas sua principal vantagem é poder trocar a lente e são chamadas de profissionais ou semi-profissionais.

 

Qual câmera comprar?

Isso dependerá do seu nível de aprendizado e do seu interesse no futuro, mas para começar você pode usar uma câmera compacta hoje em dia elas estão cada vez melhores. Mais adiante se você quiser se aprofundar um pouco mais para aprender sobre abertura do diafragma e regulagem do obturador poderia passar para uma câmera média que será possível também ter uma boa lente para profundidade de campo. E dependendo do preço e do seu interesse futuramente, considere adquirir uma câmera mais profissional que permita a troca da lente.

Em geral, todas as câmeras são boas e o uso que você dará para a câmera é que definirá se ela atende suas necessidades ou não. Obviamente que as câmeras mais baratas sua qualidade também será mais barata.

Câmeras Compactas, como escolher

As compactas são câmeras leves com preços bem atraentes. São mais utilizadas para quem quer uma câmera fácil, tem pouco dinheiro para investir mas quer tirar boas fotos sem fazer muitos ajustes.

Quanto mais megapixels melhor? Quanto mais megapixels mais pesadas ficam as fotos, precisando de mais espaço para armazenar. Uma foto com muitos megapixels servem para quem precisa imprimir e colocar a foto em um outdoor por exemplo. Já as fotos para internet precisamos trabalhar com fotos que sejam de uma boa resolução mas que não comprometa o tempo de carregamento no site.

Quanto maior for a ampliação, maior será a necessidade de aumentar o valor dos megapixels para evitar distorções da foto.

Zoom Óptico: é o zoom da própria lente, quanto maior melhor. Já o zoom digital é o zoom que é regulado digitalmente e distorce um pouco a foto. Portanto procure câmeras com melhor zoom óptico e descarte o zoom digital.

Cartões de memória: alguns cartões só servem para determinadas câmeras, por isso procure câmeras que utilizam os cartões mais usados e fáceis de encontrar para que possa ser utilizado em outros dispositivos como o micro-SD.

Pilhas ou Baterias: câmeras compactas a pilhas são mais baratas porém com menos recursos. As pilhas também são mais baratas que as baterias porém duram menos. As pilhas tem a vantagem de serem encontradas em qualquer esquina e isso é ótimo para quem está em viagem, já as baterias nem sempre se encontra em uma banca de jornal e ficam obsoletas com o tempo. Mas câmeras a pilha ou bateria não deveria ser o critério de desempate para comprar uma câmera porque não custa sair de casa com a bateria carregada e o cartão de memória vazio.

Antes de escolher uma câmera, verifique o custo-benefício comparando também a quantidade média de recargas que o fabricante indica.

ISO: como falamos anteriormente no ISO temos a sensibilidade do sensor de luz, portanto uma câmera que permita regular o ISO será uma mão na roda quando você tiver pouca luz no ambiente.

Lentes: compactas em sua maioria levam a desvantagem de não poder trocar a lente, por isso esse é um fator muito importante ao se escolher uma câmera dessas. As lentes possuem números do tipo 1:2.8 – 3.7 que indicam a luminosidade da lente e quanto menor melhor. Outros números são 28mm – 84mm que indicam distancia do foco. O olho humano tem uma distancia focal de 50mm e o que estiver abaixo desse número é chamado de grande angular, próprio para fazer paisagens. Acima de 50mm são chamadas de teleobjetivas e são próprias para foto detalhe. Para ambientes prefira uma câmera com lente teleobjetiva.

Porém acredito que o melhor recurso a ser considerado ao se escolher uma câmera compacta é a lente objetiva grande angular. Essa é uma grande vantagem já que essas câmeras não permitem a troca da lente. Esse tipo de lente é ideal para fazer fotos de profundidade com bastante propriedade pois ela aumenta o campo de visão.

Porém com um enquadramento ruim a foto pode sair com os cantos arrendondados, por isso é preciso treinar o enquadramento correto como explicado antes.


Foto menor mostra uma foto tradicional – Foto maior com grande angular.

O campo de visão aumentou bastante, porém a foto ficou com os cantos arrendondados. Se o fotógrafo tivesse se posicionado melhor isso seria corrigido.

Recursos extras: algumas compactas possuem um recurso para evitar que a foto saia tremida e isso é muito bom quando não se tem um tripé.

Onde Comprar Cameras

Não vou indicar aqui qual o modelo de câmera que você deve comprar, mas indico um site comparador de preços onde é possível verificar não só os preços como também comparar os recursos dos produtos. Neste site você já pode ir diretamente ao site da loja para comprar a câmera sem problemas.

Bondfaro: https://goo.gl/HeTIxR

Buscapé: https://goo.gl/lvJRrY

Procure escolher marcas de câmeras fotográficas que já são empresas consolidadas e acostumadas a fabricar esse tipo de equipamento como Canon, Nikon, Sony, Fujifilm, Panasonic, Olympus, não necessariamente nessa ordem. E não esqueça de ler o manual para conhecer seu equipamento e seus recursos.

Você também pode resolver com este olho para seu smartphone, que é bem interessante para quebrar o galho.

https://youtu.be/svFrBCFz5xE

Você pode comprar neste site que vem diretamente dos Estados Unidos pra sua casa por um preço muito bom e frete grátis.

https://goo.gl/RlkFKl

Não espere que você saia fotógrafo profissional no primeiro imóvel, porque depende de treino e saber usar os recursos da câmera. Um fotógrafo profissional faz em torno de 100 fotos por imóvel, por isso não tenha medo tirar 30 fotos. Pratique esses conhecimentos que lhe mostrei aqui e com certeza você terá muito mais retorno dos seus anúncios.

– Cara que foto bacana, que equipamento você usa?
– Um dedo, olhos e um cérebro.